arquivo

Entrevistado pelo Papo

Ela começou a perceber a moda quando ainda era criança. A brincadeira de bonecas virou coisa de gente grande. Estou falando de Kaká Marinho, 29 anos, blogueira, formada em Relações Públicas, gestora do @LeMousse, funcionária pública para o IZP, Assessora da Levi’s, apaixonada por moda e estilo.

Ela é ‘case’ de sucesso. Nosso orgulho. E ganhadora do Prêmio Alagoano de Blogs na Categoria Moda. Exigente nos detaltes, ela acredita que não podemos subestimar o leitor. E isso reflete no novo layout do seu blog, assinado pela Tengu e ID5web.

O crescimento do blog foi muito maior após a nova roupagem, admite @kakaMarinho. Os patrocinadores sentiram mais confiança e profissionalismo com a nova cara do@LeMousse.

Tanto sucesso não a mudou em nada. Kaká é tímida, doce, gentil e carinhosa com o olhar. Ela é diurna, adora sol, praia, e tudo ligado a atividades do dia, mas flerta com a vida noturna. Vive de braços dados com o dia e passeia na ponta dos pés, com a noite.

Kaká não bloga por blogar. Pesquisa, compra revistas, viaja, conversa com as pessoas, observa o movimento e o estilo a sua volta, investe tempo e se dedica ao Le Mousse. Prestes a completar três anos de existencia, o blog que começou de forma despretensiosa, virou referência.

Produzida por Gavazzi

O primeiro a apostar e acreditar no conteúdo e no propósito do blog foi o @JrGavazzi, Hair Style famoso e muito competente. De lá pra cá, foi uma sequencia de pessoas que acreditaram que tendencia e estilo podem ser representados por um blog, com muito bom gosto e coerência.

Ela tem uma relação tranquila e aberta com os leitores. Como sempre faço uma confissão durante o @PapoBlogueiro, não irei me fazer de rogada hoje. A verdade é que não sou muito ligada em moda. Gosto de me vestir bem, de conforto e de usar aquilo que combina com meu estilo de vida e com meu bolso ( o que não é uma tarefa fácil pra mim). E sempre fui muito arredia com os ‘modistas’ de plantão. Conhecia kakà por causa do sucesso do blog, mas tinha tido poucas oportunidades de aproximação com ela. E acreditem: ela é mais de carne e osso, do que eu supunha. Sem estrelismos, nem afetação, Kaká é simples, de sorriso fácil, dedicada ao trabalho, coerente nas respostas e nas escolhas que faz. Sem um pingo de deslumbramento, ela ralou muito pra chegar até aqui e não se intimida diante dos desafios pra realizar seus sonhos.

Tuiteira convicta, conectada ao mundo digital, ela se considera uma ‘metida’ no meio da moda. Mas não nega que a paixão e o interesse começaram desde cedo. E tudo embasado por viagens pelo mundo, pelo seu senso de observação e seu ímpeto em fazer o melhor.

Divertida, sonhadora sem tirar os pés do chão, ela encanta sem se dar conta. Quando vimos, caímos no canto da blogueira que prega o estilo como atitude. E nossa atitude diante dela, é de mostrar que nosso jeito ‘Le Mousse‘ de ser, envolve bem vestir, bem estar, informação, conteúdo, novidades e espontaneidade. Não é fácil, mas sempre podemos contar com uma Kaká Marinho pra nos orientar, ajudar e dar dicas valiosas.

Não sei vocês, mas eu fiquei com vontade de sair correndo pra renovar meu estilo. E isso não tem a ver com moda ou com roupas novas, mas com um jeito peculiar de ser identificado pelas pessoas. Afinal, somos ou não diferenciados pelo nosso estilo de ser e de viver?

O @PapoBlogueiro de hoje foi com @KakaMarinho e seu estilo @LeMousse de ser! E você, já encontrou o seu estilo?

Abraços,

@PaulaMontnegro

Tecnologia regada a sorvete. Foi assim o encontro de gerações de todas as letras, que aconteceu na @Choccolat_. Eles chegaram animados, falantes, cheios de respostas. Estou falando de @TheoBraga, 12 anos, blogueiro, compositor, cozinheiro de miojo, queridinho das meninas, canta e toca violão, inteligente,  e ainda invade os camarins dos shows produzidos pelo pai. E de @DaviPBraga, 10 anos, jovem representante da categoria dos meninos que dão nó em pingo d’água, um raio em plena atividade, tuiteiro, esperto, antenado e super inserido no mundo digital.

Eles nasceram numa época diferente da nossa. Na idade deles, minha geração explorava a tecnologia do liquidificador e do telefone fixo. Tanta facilidade não os fez menos engenhosos e curiosos.

As brincadeiras mudaram, mas eles não perderam o jeito criança de ser. Não se enganem com tanta modernidade. Eles são sim gênios mirins, mas possuem uma doçura e uma simplicidade que nem toda tecnologia é capaz de interferir. O universo ao redor é outro, mas a sensação de estar descobrindo o mundo é a de qualquer um de nós, quando tínhamos a mesma idade, só as ferramentas é que são outras.

Davi é extrovertido. Ele começa mais calado e mais quieto. Depois que ganha confiança, se solta. Ele é engraçado, divertido, aprende numa rapidez gigantesca. Inventivo, desenrolado, ele faz coisas com o Iphone e seus aplicativos que até Steve Jobs duvidaria. 😀

Theo é um gentleman. Doce, carinhoso, educado, super inteligente, do tipo que faz mil coisas ao mesmo tempo. Pasmem: ele é econômico. Guarda dinheiro. O que sobrou do lanche, o que recebeu pra comprar alguma coisa e não o fez, o que ganha dos avós e por aí vai. Se acontecer do pai, precisar de algum trocado, pra não ter que ir ao banco sacar, esteja certo: Theo vai ter algo em torno de R$ 100,00 ou R$ 200,00 guardados. Eu, particularmente, acho uma qualidade admirável. Eu que não consigo guardar nem o troco do lanche, quase faço que nem Davi que qualquer moeda que pega corre pra gastar. Nem que seja comprando um chiclete. Meu sonho: eu e Davi com dinheiro num shopping center!

Bom, eles estão aí mostrando que as relações não mudaram, nem na escola nem em casa. Apenas estão mais tecnológicas, portanto, mais velozes no poder de comunicar. Com os amigos na escola (na minha época eram os famosos bilhetinhos escritos em pedaços de papel arrancados da última folha do caderno) eles se comunicam por msn ou por DM (tudo isso do celular). Encontros e paqueras ficaram mais fácil sem a necessidade do cara a cara. O fora pela internet tem proporções bem menores, confessam os meninos.

Claro, eles também usam bem o telefone celular pra combinar os encontros com os amigos ou com as meninas. Mas o uso das redes sociais pra todo tipo de troca de informação é parte natural da vida da geração Z, retratada aqui nesse papo com os queridos Davi e Theo.

Eu tenho um segredo para os meus queridos leitores: no começo, quando surgiu a ideia e oportunidade de conversar e conhecer um pouco melhor essa geração eu achava que, talvez, fosse encontrar-me com dois meninos espertos que nasceram em berço de ouro, que tinham tudo pra serem aqueles pirralhos chatos e metidos. Ledo engano, viu! Theo e Davi são os meninos mais educados e gentis que conheci, mesmo na ausencia dos pais. Sabe aquelas crianças que dizem por favor, muito obrigado e são super gentis na frente dos pais, arriscados a levar um beliscão da mãe se não se comportarem? Pois é. Eles são assim, mas na total ausencia dos pais.

Davi tem esse jeito mais extrovertido, brincalhão, mas não esquece de agradecer e tratar bem. Theo? Um gentleman! Ele é educado com uma gentileza encantadora. Coitadas das meninas da idade dele, devem se apaixonar fácil. 🙂 Falando em meninas, os dois arrasam corações. Me contaram algumas histórias engraçadissímas de beijos na escola, idas ao cinema e tal. Mas sempre com uma postura discreta. Ponto pra eles.

E pra completar tanta interatividade no mundo digital, eles ainda acompanham o pai (João Kepler) aos shows que são produzidos por ele. Entram no camarim, tiram fotos com os artistas, participam dos eventos com  entusiasmo de gente grande. Isso acaba sendo um mundo novo e diferente, que eles tem usufruído e aprendido muito. Eles ficam ligados em tudo. Quem quiser que pense que eles estão ali apenas passando ou passeando.

Claro que eles aprontam aquelas coisas de criança: brigam, bagunçam o quarto, deixam coisas espalhadas pelo sofá. O que significa: castigo! Que não é nem um pouco virtual. Mas é ficar sem computador, sem iphone, sem televisão. O que, segundo Davi, é como se o mundo desabasse sobre sua cabeça. Quanto maior a arte, mais tempo sem internet. Ponto pros pais. 😉

Quando crescerem? Eles querem ser muitas coisas. Theo já exercita isso tudo com com suas múltlipas tarefas e funções. Davi quer trabalhar com tecnologia. A gente não sabe ao certo onde, nem quando esse futuro irá virar presente, mas uma coisa tenho certeza: inteligentes e espertos do jeito que eles são, irão surpreender a próxima geração.

O @PapoBlogueiro de hoje foi com @DaviPBraga e @TheoBraga. Depois da conversa, fomos tomar sorvete, feito criança. Foi quando eu percebi que tanta experiencia a mais me faz, as vezes, esquecer o quanto ainda tenho a aprender. E quando a fonte é repleta de verdade e simplicidade como foi o papo com esses dois meninos, o aprendizado ultrapassa os limites de uma geração.

Marquei um X na geração Z. E eles ganharam muitos ‘badges’ comigo. 😉

Até o próximo @PapoBlogueiro, e recomendo @Choccolat_: Ambiente agradável, vista linda pro mar (visitem o andar de cima) e sorvete de sabor inigualável.

@PaulaMontnegro

Ele começa brincando. Bem humorado, com jeito de moleque e ares de sonhador. O menino que começou a blogar com o fotolog, escrevendo cartas e juras de amor, virou gente grande e foi ganhar o mundo. Estou falando de Wesley Barbosa, 25 anos, Executivo global para a Happy Elements, blogueiro, palestrante, administrador, faz marketing pessoal como ninguém, morando em Pequim, e pai do ano.

Desde que gravamos o #papoblogueiro, há alguns dias, eu estava travada pra escrever sobre o wesley. Meu comprometimento com a verdade, me fez repensar tudo que conheci e reconheci no velho amigo. Pois é, eu conheci @Wesleybs quando ele não era nada disso, e talvez até, nem soubesse onde iria chegar. Ou será que ele tinha certeza que chegaria longe? Daquela época, ele guarda o carisma, o dom de encantar as pessoas, fazer amigos, tratar bem a todos. Ele estudava teatro com a filha adolescente de uma grande amiga minha, e por osmose, acabamos compartilhando alguns momentos divertidos e engraçados juntos.

O tempo passou, de vez em quando, ouvia noticias ou falava com ele, brevemente. E agora, ele faz arte na vida real. Chegou onde muitos sonham, mas é um cara simples, de carne e osso. E eu demorei a reconhecer isso nele. Comentei outro dia, que algumas pessoas escrevem o que ouvem, ou o que houve, eu escrevo o que sinto. Desta vez, demorei um pouco mais pra sentir a presença forte e marcante dele. “Entre a autoconfiança e a arrogância, é só um fio de cabelo”, me disse wesley. É uma linha tênue. Eu quase não a percebi. E quero pedir desculpas, em primeiro lugar a Wesley, em segundo aos meus leitores, pela demora em publicar esse post. Meu compromisso é com a verdade, e eu queria escrever sobre essa conversa com o filtro do carinho e do respeito.

O compromisso com o sucesso, é marca registrada desse jovem que inspira muitas pessoas. Ele não brinca em serviço, mas se diverte enquanto trabalha. O segredo do sucesso dele são os 3C’s: Confiança, Competência, Comprometimento.

Eu conheço poucas pessoas tão comprometidas com o que fazem quanto Wesley. Ele é daqueles que não hesita em perder horas de sono, se sacrificar, dormir mais tarde, acordar mais cedo, fazer o que ninguém está fazendo, dar o melhor, abrir mão de estar com família, se sacrificar pelo resultado da competência e da confiança que ele tem em si, ou que depositaram nele. Se você acha que o sucesso cai do céu, ou bate na sua porta, esqueça. Ele vem com muito trabalho e muito comprometimento.

O dinheiro veio junto com o crescimento profissional. Virou uma engrenagem que o movimenta pela vida, mas é o poder de mudar a vida das pessoas, que o inspira a seguir em frente. Primeiro pelo exemplo, depois pela vontade de realizar grandes feitos.

@Wesleybs é grande, tem os olhos de uma criança que brinca com o melhor brinquedo já fabricado, sob os olhares dos amigos que não tem o mesmo brinquedo. Ele consegue sorrir de um jeito encantador, faz a gente gargalhar com as bobagens que ele diz, com os trejeitos engraçados e age com a mesma simplicidade de quem entra no melhor restaurante da China ou quando come pastel com caldo de cana em Maceió.

Tem gente que chega em palestras destilando poder com sapatos finos e caros. Ele debocha.Com uma autoconfiança inabalável, ele chega de sandálias numa palestra pra mil pessoas e não se intimida, ao contrário, vira referência, inspiração.

O coração? De manteiga. Fala de amor como quem se joga em um abismo seguro. Fã da mãe, amor da Karina, ele agora é o pai da Sophia.

Aprendendo a falar um dos idiomas mais difíceis, o mandarim, ele está aprendendo a conjugar o verbo do amor incondicional nos braços da filha.

O aprendizado não para por aí. Nem as viagens pelo mundo. Os escritos são parte desse processo todo. Ele é fã da blogosfera, apoia o movimento que está acontecendo aqui em Alagoas, entende a necessidade de produzir conteúdo, de contar pras pessoas o que tem acontecido e inspirar as pessoas com suas histórias e vivências.

Se depender do comprometimento que ele tem com seus sonhos, não tenho dúvidas que ainda iremos ler muitas histórias do jovem blogueiro.

Wesley, ‘meu velho’, eu quero te dizer que perto de você a gente quer mais. Mais da vida, mais dos nossos sonhos, mais comprometimento com o sucesso, seja qual for a forma que a gente o conceba. Por isso, se mantenha por perto. Mesmo que seja através de seus textos. Você se entrega na vida, se joga com os olhos abertos, querendo enxergar o que está acontecendo. Não foi a toa que voce chegou até aqui. E estou certa, que é apenas o começo.

O @PapoBlogueiro de hoje foi com Wesley Barbosa. Ele foi longe comprometido com o sucesso. Mas nunca deixou de andar de mãos dadas com o amor. Tanto comprometimento ainda o fará escrever sucesso com S.

S de Sophia.

Wesley nos braços de Sophia

Até o próximo @PapoBlogueiro!

Abraços,

@PaulaMontnegro

Ele chegou despojado, autêntico e bem humorado.

O administrador que virou publicitário, dispensa grifes. Ele escolheu assinar seu sobrenome com competência. Estou falando de Igor Meda, 28 anos, Nerd, Publicitário, blogueiro, Diretor da Tengu Propaganda, vascaíno, carioca, descendente de portugueses e indíos, ele faz propaganda com a alma.

Com pouco mais de 1,50cm, a postura dele é maior do que a de muito marmanjo de 1,80cm que eu conheço.  Num estado onde as pessoas ainda perguntam muito de quem você é filho ou de onde você veio, ou simplesmente, te julgam pelo seu sobrenome, Igor escolheu assinar seu sobrenome sem grife e com talento.

Ele já foi auxiliar de garçom, começou a trabalhar cedo, pegou gosto pelo hábito de conversar e interagir com as pessoas, e fugiu da fama de malandro ou descansado que o carioca tem pra muitos de nós. Ficou o jeito despojado e o sotaque.

O blogueiro me conquistou depois dos cinco primeiros minutos de conversa. Numa semana onde tive que tomar muitas decisões, algumas bem dificeis, Igor chega falando da importância de não ficar em cima do muro, de tomar partido, de falar o que pensa, mesmo que isso signifique se indispor com quem pensa diferente. É o preço? Ele paga com suavidade e alegria. E uma pitada de despojamento. Quando se opõe, ele não agride. Nunca tinha visto isso em alguem que faz questão de não ficar em cima do muro. Ele paga o preço de perder o ‘tapinha nas costas’ e de ter amigos e inimigos de verdade.

O publicitário formado em administração, trabalha muito, aceita os desafios todos os dias, defende seus clientes com a alma que seu negócio representa em sua vida. Num meio onde a competição é muito acirrada e pode ser desleal, ele faz o caminho contrário: age com ética e lealdade.

Apaixonado por futebol, cercado de amigos que torcem por outros times, e que sacaneiam muito, ele me contou histórias engraçadíssimas sobre os altos e baixos que o acompanham, junto com placar das partidas do seu time de coração.

Mais do que viciado em trabalho, eu diria que ele é movido pelo risco. Ele se acostumou, por ser novo e ter uma agencia nova, a ser subestimado. A possibilidade de reverter isso o alimenta pela vida. Gente, Igor é um fofo. É uma daquelas pessoas que você sente vontade de ficar horas fazendo coisas juntos. Trabalhando, fazendo brainstorm, dando risada, falando da vida, correndo o sério risco de ser feliz perto dele.

Consciente da importancia e do alcance das midias sociais, ele escreve no blog da Tengu e é colunista do Espalhaí.

Ele aproveita o espaço e a atuação como blogueiro(principalmente na coluna do Espalhaí), pra botar a boca no mundo, falar do que ninguem comenta, escrever sobre a prática do mundo publicitário pra ajudar os estudantes, e pra disseminar informação e conteúdo, baseado na experiencia que ele vive. Se a propaganda é mesmo a alma do negócio, Igor faz a dele com autenticidade e alegria. Ele fugiu do clichê que publicitário é um pouco artista e mostra que não se vive apenas de boas ideias, mas de muito trabalho.

Eu não sei quantas ideias boas Igor já teve, nem quantas mais terá. Mas se ele seguir pela vida com tanta alma no que faz, esse negocio de propaganda está apenas começando.

O @PapoBlogueiro de hoje foi com @IgorMeda. Você vive e faz propaganda do seu sobrenome? Ele assina o dele com talento.

Até o próximo #PapoBlogueiro.

@PaulaMontnegro

A Primeira vez que ela está se expondo. Como toda primeira vez que se preze, uma conversa delicada.

Uma mulher que não pode se expor completamente, principalmente, em respeito a família tradicional e conservadora, ela fala abertamente sobre sexo. Decidiu apenas não enfrentar nem entrar em choque, por amor e respeito.

Começou com a coluna na Revista Due. O sucesso foi arrebatador. Eu tive acesso a @AvahGina após investigação, insistência e com a condição de guardar o segredo. Sou amiga de @ValnaDantas e de @Lala_Dantas, que são as diretoras da revista, e me permitiram fazer esse papo pra lá de intimo com a autora mais quente e mais polêmica da @RevistaDue.

“É muito mais prazeroso falar sobre sexo do que nossa moral permite”, ela já começa assim. O tema escolhido pra essa conversa foi o ‘Prazer Feminino‘.

Para Avah, desvendar os caminhos do tal prazer é simples. “Se toca!” ela diz com naturalidade. Esse é o primeiro passo. A mulher precisa aprender a se tocar, conhecer o próprio corpo, reconhecer os caminhos pra poder ensinar ao parceiro. Há mais mulheres insatisfeitas com o jeito com que o seu parceiro a toca, do que deveria. ‘Mais devagar, querido. Menos força e mais jeito’ Eis o segredo que toda mulher deveria dizer ao parceiro. O cara lá, jura que tá arrasando e a mulher fingindo que tá gostando. Depois de se tocar, se conhecer, mostre ao parceiro o caminho. Uma boa conversa é garantia de mais prazer na cama. Ela afirma, com a segurança de quem sabe o que diz.

O papo vai ficando intimo mesmo. Avah fala de um jeito tão natural (como o sexo deve ser encarado), que parece que estamos num papo de meninas sobre esmaltes, cabelos e dietas. Vamos em frente!

Libertar-se dos tabus e das amarras impostas pela criação é uma das formas. Pesquisar a respeito, ler, ver filmes, conversar com as amigas e com o parceiro. ‘Se toca!’ Esse papo de castração sexual feminina, não tá com nada!

Descubra o que você gosta. E so diga que não gosta depois de ter tentado. Sabe o que não curte já é meio caminho andado. Provocativa, pergunto: “Entre quatro paredes vale tudo?” Ela diz que sim! Mas você precisa saber o que gosta e quais os limites que não irão te bloquear. Mas a busca pelo prazer do outro, precisa ser uma vontade da mulher também.

Quando o assunto é sexo oral, ela confidencia: “A mulher não sabe o poder que tem um sexo oral bem feito”. Ela aconselha para as iniciantes: “Se o que não te atrai é o sabor, ou falta dele, leve um gelzinho com sabor, leite moça, vinho, champanhe, halls preto ou qualquer outra coisa. Não faltam opções, o mercado erótico está ai pra te ajudar, querida. Invente, experimente, não se deixem intimidar.” Tem muita mulher que tem nojo, ela reconhece. Mas afirma que é possível algumas estratégias para driblar esse impasse e se dedicar a dar prazer ao parceiro. Sem subserviência, com entrega e prazer. Não faça pra fazer favor, ela ressalta.

O papo tá ficando quente, decido testar os limites do conhecimento da entrevistada.

Em tempos onde até a Sandy fala em sexo anal, nós não ficaríamos pra trás. Opa! Duplo sentido. Ela acredita que é possível sim ter prazer na prática anal. Com paciência, cuidado e muito jeito. Sem esquecer que a mulher precisa sempre ser estimulada no ‘botãozinho do prazer’. Com segurança, ela afirma: “O trabalho de conquistar intimidade e cumplicidade na cama, começa bem antes. No telefonema, no abrir a porta, no beijo na testa, com o cheiro, o abraço. Não chegar na hora e dizer: quero fazer isso. A entrega da mulher começa bem antes de chegar no ato sexual.”

Ponto pra Avah. Decidimos deitar no Divã e ouvir seus segredos. Sabe-se lá quando iremos precisar.

Quando dá dicas sobre brinquedinhos na cama, ela pede cautela para as mais tímidas. Vá com calma, leve um item diferente por vez. Uma camisinha com sabor, um balde de gelo, uma pastilha na boca. E depois, vá incrementando com outras coisas. Se a riqueza mora mesmo nos detalhes, ela enfatiza: ‘Uma pena”. Tente uma pena. É uma pena que você não saiba do que uma pena é capaz de fazer por uma pessoa na cama.

O papo de hoje foi a quatro mãos. Tudo que escrevi aqui foram os conselhos de AvahGina, mesmo quando não estava entre aspas. Minha leitura erótica ainda é pouca, pra escrever com tanta segurança, quanto o modo com o qual ela fala. Decidi fazer esse papo, porque além do sucesso que ela está fazendo com suas matérias, ela já recebeu convite pra ter um consultório online, atraves de um blog. E promete ajudar muita gente com suas opiniões e experiências.

Além do mais, todo mundo gosta de um papinho mais íntimo, vamos admitir. 😉

O @PapoBlogueiro de hoje foi sobre prazer feminino e seus caminhos. Destemida, @AvahGina tem mesmo muito o que nos dizer. Enquanto você não ‘Se toca’ do que pode ser feito, ela nos dá um toque dos caminhos para o prazer.

Foi bom pra você?

Até o próximo @PapoBlogueiro!

@PaulaMontnegro

O primeiro capítulo dessa novela, mais parece filme de conto de fadas moderno. Mais pelo drama, do que pela perfeição. Das lágrimas aos sorrisos, sem medo da intensidade da história.

Sim, estou falando de Valná Dantas, 23 anos, Publicitária, redatora, blogueira, especialista em marketing, Diretora editorial da Revista Due, ganhadora do I Prêmio Alagoano de blogs na categoria Mulher, ela não tem medo de viver cada capítulo da sua vida. A menina que nasceu pra escrever, compôs em diários, desde pequena. E eles se tornaram virtuais.

Conselheira sentimental, amiga, dedicada, ela faz carinho com o olhar. Brinca com a literatura sem perder a compostura. Se revela sem medo, se joga no abismo das palavras que soam como confidência, e escala a montanha da realidade de volta. Arma o barraco do amor, vira ‘Maria do Bairro’ nos contos amorosos do blog, e no final, recupera a compostura, retoca a maquiagem e sai sorrateira. Ficamos sem saber se ela viveu ou fantasiou cada texto que publica. Parece até que resgatou a alma do abismo da solidão e decidiu ser feliz.

Valná escreve uma verdade meio velada, meio consentida. A veia melancólica faz par com a simplicidade. Pessoalmente, ela não se esconde entre as palavras. Usa o dom de escrever a seu favor. Ela é tão transparente que eu fico pensando em como irei desvendá-la. Minha função no @papoblogueiro está fadada ao fracasso nesse post de hoje. Não há o que eu possa fazer pra contar as pessoas quem é @ValzinhaaDantas. Ela é doce, espontânea, afaga com as palavras, trata as pessoas tão bem que a gente sente vontade de dizer: “Moço, embrulha pra presente que eu vou levá-la pra casa.”

A base familiar compôs essa história. Ela poderia ter se tornado mais uma menina rica e mimada. Mas carrega em si a simplicidade de quem sabe de onde veio, de quem reconhece no outro a importancia de ser tratado por quem se é, e não pelo que se tem. Quando fala no avô (já falecido), os olhos ganham o brilho que só as lágrimas trazem ao nossos olhos. É emoção sem volta.

Pra escrever sobre Valná eu resgatei meus amores perdidos no passado. Ouvi Chico Buarque em Paris, Caetano Veloso, Roberto Carlos das antigas, rasguei a seda pras paixões arrebatadoras. Quase solucei. Porque não há verdade sem entrega. E eu não poderia falar dela com meias verdades.

Falando em paixão, a Due é uma delas. Ela comprou a briga e o desafio pela revista, junto com a sócia Larissa Dantas, com uma dedicação fora do comum. A ‘menina legal que não tá te dando mole’, é uma empreendedora séria e competente. Escolheu fazer o que ama e não se contenta com pouco. Está sempre buscando a excelência no trabalho e é atenta aos detalhes. Cada página conta uma história dessa novela de sucesso que ela decidiu que a Revista Due seria. Como leitora e fã, eu só leio e aplaudo.

O blog a deixou com fama de namoradeira e bem resolvida. Tudo balela? Eu não diria. Mas ela criou sim, um muro de proteção a sua volta. Ser legal e não dá mole se misturou com ‘o sou legal e estou te dando mole’, de um modo que os pretendentes se sentem ameaçados. ‘Namoradeira’ apenas por defender a importância do namoro e de uma vida afetiva feita de paixão. Bem resolvida? Descubra se for capaz de desvendar seus segredos, se conseguir escalar o muro.

Conversar com Valná foi desvendar os muros que a cercam. Eles são de tijolo aparente. Você quase pode enxergá-la completamente, mesmo que não a consiga alcançar. Na dúvida? Pule o muro. Leia a história. Assista o capitulo da novela. Não tenha medo de fazer parte dessa história.

O final dessa novela pode surpreender a todos nós.

O @PapoBlogueiro de hoje foi com Valná Dantas. Enquanto você vive, ela escreve as histórias que deseja viver.

Até o próximo Papo.

abraços,

@PaulaMontnegro

E a partida começa.

Na época da escola, ele começou o jogo da vida se defendendo da diferença. O menino de classe média baixa, sempre estudou em bons colégios, convivia num meio que não era o seu. Pra se defender, virou o mais danado, o ‘líder da gangue’. E os talentos naturais começaram a aparecer, desde então.

Estou falando de Fabrício Medeiros, 33 anos, Líder nato, Palestrante, Professor, Blogueiro e Gerente Nacional de vendas na Multidoor.

O humor sarcástico é um traço forte. Ele contou as histórias da sua vida me fazendo gargalhar e refletir. Fabricio não passa despercebido. Polêmico, controverso, criativo, trabalha muito e leva a sério o que faz. Ciente do poder que sua liderança exercia sobre as pessoas, ele decidiu que o talento sem esforço é em vão. Estudou bastante, fez MBA em marketing, questionou as respostas prontas,  aprendeu com as histórias que não são tão bonitas, e ainda mais, com as carregadas de verdade.

Audacioso, ele se defende atacando. Os fracassos são troféus que carrega como sinônimo de aprendizado e maturidade. O jeito sempre polêmico, quase o tornou um colecionador de desafetos. Mas a controvérsia vem aliada ao senso de justiça e a briga também é, por um mundo melhor. Pra ele e pras pessoas a sua volta.

Amigo leal, competitivo, Fabricio tem um brilho especial. Nós fomos colega de colégio há muitos anos atras. De lá para cá, perdemos o contato. E quando o revejo, percebo que o garoto ativo, esportista, líder na escola, amigo de todo mundo, virou gente grande. Quando ouço ele falando, penso nos meus sonhos e objetivos na vida, e me vem a mente a frase: “é possível”. Estar perto dele significa se inspirar a ter coragem de realizar feitos maiores.

Na partida da existência, Fabricio escolhe um lado pra torcer, brigar e tomar partido. Ele paga o preço de expor o que pensa. E não esconde o jogo.

Seja como professor, palestrante, gerente ou amigo, está sempre ensinando como ele fez pra chegar até aqui, revela que foi atraves dos ‘tapas na cara’ que a vida lhe deu que aprendeu a virar o jogo.

Na conta da vida, ele não pergunta o porque daquele preço, ele pergunta quanto é. E paga.

Provocador, questionador, altamente competitivo, ele não gosta de perder nem no videogame com os amigos. Ele busca a excelência e não se intimida diante de quem é maior.

O ‘homem de ferro’ também tem suas inseguranças, mas não se deixa paralisar. Se ele tiver que entrar numa briga, mesmo sabendo que vai perder, ele não para de lutar. Há quem se intimide diante do jeito dele, há quem seja fã. A verdade é que Fabricio segue na direção contrária, mas está sempre ajudando as pessoas. Pela atitude, pelo incentivo, pela forma como ele conduz com respeito a sua equipe de trabalho, seus amigos, as pessoas a sua volta.

Quando ele fala da atual equipe de trabalho, percebo o sentimento de dedicação e o carinho. ‘Amo minha equipe’, ele faz questão de dizer. Ele cobra, mas toma partido. Defende, compra a briga por justiça, lidera com talento e paixão.

Conversar com Fabrício, é sempre sinônimo de aprender a questionar as respostas prontas e as escolhas impostas pela vida. É pra quem não tem medo de repensar, de fazer parte da mudança, de levar socos no estômago. Inspirado num filme sobre black jack, onde um dos personagens tinha como objetivo não apenas ganhar o jogo, mas quebrar a banca do cassino, ele passou a usar a expressão #quebreabanca com o intuito de fazer com que sejamos motivados a desestabilizar, quebrar a estrutura do que é conservador, abrir uma fenda pra que o novo, o diferente, construa uma outra realidade.

Escritor no blog do Maceio Agora, no portal da FGV e no próprio site, ele é um dos meus incentivadores no movimento blogueiro. Acha o movimento fantástico e produz bastante conteúdo. Além disso, quer publicar um livro sobre suas experiências e aprendizados como lider, negociador e palestrante. E pelo que eu pude perceber durante esse papo de hoje, além de devolver aquilo que recebeu e poder ajudar muitas pessoas, o livro promete ser leitura obrigatória pra quem quer dicas de como realizar grandes feitos na vida.

No papo com @Fabricioambr eu decidi sair de cima do muro. Tomei partido, virei fã. E você, de que lado ficou?

O @papoblogueiro de hoje foi com Fabricio Medeiros. No jogo da vida, ele nasceu pra ganhar!

Abraços e até o próximo papo,

@PaulaMontnegro